Aluno e professor fazem sucesso com franquia pra dor na coluna

Franquia oferece tratamento que exclui necessidade de cirurgia

revistabaiacu - 6 de agosto de 2022
Aluno e professor fazem sucesso com franquia pra dor na coluna



A relação aluno-professor, quando bem plantada, pode render frutos inesperados. Foi o que aconteceu quando o dr. Laudelino Risso, 39 anos, se encantou pelo tratamento da coluna vertebral ao acompanhar as aulas do então professor dr. André Pêgas, 47 anos, durante a faculdade de fisioterapia. 

Não demorou para os dois criarem afinidade também fora do ambiente acadêmico. Quando Laudelino finalizou sua graduação, recebeu o convite para iniciar sua carreira na clínica já instalada pelo dr. Pêgas. 

Após oito anos trabalhando juntos e compartilhando muitos estudos e pesquisas, os dois médicos conseguem aprimorar e desenvolver um método de avaliação e tratamento, específico e individualizado para as patologias da coluna vertebral.

Hoje com mais de 84 unidades instaladas no Brasil, a franquia Doutor Hérnia já realizou mais de 280 mil atendimentos e capacitando totalmente 95,7% dos casos atendidos, segundo números da empresa.

“As pessoas têm o hábito de achar que ‘problema de coluna’ só se resolve com cirurgia. Nosso método vem mostrar o contrário, que é possível sim atingir bons resultados com a fisioterapia. Cada caso que entra em nossas clínicas, é tratado de forma individual e nosso método de tratamento só é determinado após avaliarmos os exames e a real situação de cada paciente”, comenta dr. André Pêgas. 

O amor que a fisioterapia desperta em ambos, desde quando estavam buscando uma opção de curso universitário para seguir carreira, é o segredo desse sucesso.

“Eu falava para meus pais e amigos que queria ser engenheiro. Depois que sofri um acidente, precisei fazer seis meses de fisioterapia e me encantei pelo tratamento. O fisioterapeuta que me atendeu chegou a me dizer que o ‘fisioterapeuta é o engenheiro do corpo’. Não pensei duas vezes e mudei minha opção de vestibular. E já na universidade tive certeza que esta era a minha vocação”, conta dr. André.

A motivação do dr. Laudelino também veio de um acidente, mas com um amigo. “Após um acidente esportivo, um grande amigo procurou o pronto atendimento e lhe foi recomendado repouso absoluto e altas doses medicamentosas. E mesmo após tomar os medicamentos, a dor permanecia de forma muito intensa. Nos dias seguintes à internação, eu acompanhei este amigo, a uma clínica de fisioterapia e após uma avaliação detalhada e algumas manobras, meu amigo saiu da clínica andando e completamente sem dor. Neste dia, eu tive certeza: é esta profissão que queria seguir”.

Para abrir uma unidade da Doutor Hérnia, o empresário terá de desembolsar R$ 85 mil para a compra dos equipamentos em regime de comodato, treinamento, assessoria de implantação da clínica e da marca na região e marketing inaugural.

O espaço exigido é de 60 metros quadrados e pode ser operado com um fisioterapeuta (dono ou contratado), recepcionista e zeladora. Atualmente, 40% dos franqueados da rede são fisioterapeutas e 60% investidores.