Campeão da Maratona de São Paulo não crê em superioridade de africanos na São Silvestre

Campeão da Maratona de São Paulo não crê em superioridade de africanos na São Silvestre Confira!

Campeão da Maratona de São Paulo não crê em superioridade de africanos na São Silvestre

Tilahun Nigussie é o atual campeão da Maratona Internacional de São Paulo. O etíope chega para a ...

Campeão da Maratona de São Paulo não crê em superioridade de africanos na São Silvestre
Imagem: Reprodução | Divulgação



Tilahun Nigussie é o atual campeão da Maratona Internacional de São Paulo. O etíope chega para a 97ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre como um dos favoritos para vencer a prova, dominada por africanos há alguns anos. Mas, mesmo com todo esse domínio de atletas do continente, ele não acredita em uma superioridade sobre os brasileiros.

A última vez que um brasileiro venceu a São Silvestre foi em 2010. Marilson Gomes dos Santos foi o responsável pela proeza, cruzando a linha de chegada em 44min03s. De lá para cá, outras dez edições da prova foram realizadas, todas elas vencidas por africanos.

“Para mim não há diferença entre brasileiros e africanos, são todos competidores. Gosto de competir com os brasileiros. Independentemente da nacionalidade, estão todos aqui para competir”, disse Tilahun Nigussie.

Para fortalecer seu argumento, o etiópe usou a Maratona Internacional do Rio de Janeiro deste ano como exemplo. A prova foi vencida pelo brasileiro Daniel Nascimento, principal fundista do País na atualidade e vice-campeão da São Silvestre do ano passado.

“Neste ano competi na Maratona do Rio, era um dos favoritos, mas que venceu foi um brasileiro. Então, qualquer um pode ser campeão”, completou.

A queniana Vivian Kiplagat, que disputará a São Silvestre pela primeira vez, também adotou discurso parecido. Uma das favoritas a vencer a 97ª edição da prova está acostumada a ver as rivais brasileiras adotarem um ritmo forte nas competições.

“Toda vez que competi com brasileiras elas vieram muito fortes, então não acredito em diferenças entre africanos e brasileiros”, comentou.

Maxwell Rotich, de Uganda, foi outro corredor que preferiu pregar respeito aos atletas que correrão em casa na prova de rua mais tradicional do atletismo brasileiro.

“Os brasileiros sempre são muito fortes, então é uma briga de igual para igual. Não existe esse pensamento de que os brasileiros são inferiores aos africanos”, concluiu.

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