Ex-ministros de Dilma vão atuar na assessoria jurídica e especial de Lula no Planalto

Ex-ministros de Dilma vão atuar na assessoria jurídica e especial de Lula no Planalto Confira!

Ex-ministros de Dilma vão atuar na assessoria jurídica e especial de Lula no Planalto

Celso Amorim e Wellington César Lima e Silva vão despachar diariamente na Presidência da República; Freixo assume Embratur

Ex-ministros de Dilma vão atuar na assessoria jurídica e especial de Lula no Planalto
Imagem: Reprodução | Divulgação



BRASÍLIA – O presidente eleito e diplomado Luiz Inácio Lula da Silva vai ter ao menos dois ex-ministros no círculo de assessores mais próximos no Palácio do Planalto, em cargos de segundo escalão. Ambos trabalharam no governo Dilma Rousseff: Celso Amorim e Wellington César Lima e Silva.

Chanceler mais longevo da história, durante os dois mandatos anteriores de Lula, e titular da Defesa com Dilma, Amorim assumirá o cargo de assessor especial do presidente da República. Nome mais influente na política externa e fiador da escolha do futuro chanceler Mauro Vieira, Amorim estava no grupo de Relações Exteriores da transição e levará para sua equipe na assessoria especial de Lula o relator, embaixador Audo Faleiro.

Antes, Celso Amorim era cotado para a Secretaria de Assuntos Estratégicos, mas o cargo deixa de existir na estrutura da Presidência.

O ex-ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva foi o nome apresentado a integrantes do gabinete de transição como “preferido” do futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, para ser o subchefe de Assuntos Jurídicos (SAJ). Segundo assessores de Costa, a nomeação de Lima e Silva é muito provável.

Lima e Silva é ex-procurador-geral de Justiça do Estado da Bahia. Em 2016, ficou poucos dias no cargo de ministro depois de nomeado por Dilma. Como era membro do Ministério Público, o Supremo entendeu que deveria renunciar à carreira se quisesse exercer o cargo político.

Tanto o cargo de assessor especial quando a SAJ despacham diariamente no Palácio do Planalto e permitem amplo acesso a Lula.

Além deles, o governo confirmou a indicação do deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ) para ser presidente da Embratur. A nova ministra do turismo, Daniela do Waguinho (União Brasil), convidou Freixo para assumir a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo. Ele aceitou. Freixo atuava no grupo temático da transição e chegou a ser cotado para assumir o ministério. Ele disputou o governo do Rio, e foi derrotado.

“Conto com o deputado Freixo para me auxiliar a reconstruir o turismo brasileiro, reforçando nossa imagem junto aos mercados internacionais e, assim, atrair mais turistas para o Brasil. Ele prontamente aceitou”, disse a ministra, conforme nota de sua assessoria.

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