Exposição imersiva de Claude Monet e outras mostras que valem a pena conferir em São Paulo

Exposição imersiva de Claude Monet e outras mostras que valem a pena conferir em São Paulo Confira!

Exposição imersiva de Claude Monet e outras mostras que valem a pena conferir em São Paulo

Veja um roteiro pelas principais exposições em cartaz em São Paulo

Exposição imersiva de Claude Monet e outras mostras que valem a pena conferir em São Paulo
Imagem: Reprodução | Divulgação



Como será estar dentro de uma obra de arte de Claude Monet (1840-1926)? A última exposição imersiva a passar por São Paulo (em um ano em que algumas aconteceram), é Monet à Beira D’Água. Instalada no Parque Villa Lobos, a exposição, que fica em cartaz até março, coloca os espectadores mergulhados nas obras do artista francês, ícone do Impressionismo.

A exposição ocupa um espaço de 4 mil metros quadrados, pelos quais é possível vivenciar 285 obras licenciadas de Monet projetadas em painéis com 7,5 metros de altura. De acordo com a produção, é considerada a maior exposição multimídia do pintor do mundo em duração, em que sequências de animações digitais 2D e 3D, formam oito narrativas audiovisuais, cada uma enfatizando um aspecto da obra do mestre impressionista, numa roupagem nova e contemporânea

Ao chegar, os visitantes descobrem um pouco sobre do que se trata a exposição, conhecem mais um pouco sobre Monet. Na primeira parte é possível visitar uma pequena casa e interagir com algumas obras do pintor, dispostas em telas digitais. Há um convite para que, ao passar as mãos nas telas (que parecem televisores touch-screen), as cores originais dos quadros apareçam. É como revelar uma obra de arte. O cenário é perfeito para suas fotos no Instagram.

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Em seguida, os caminhos levam para um grande salão em que os quadros do artista “ganham vida”. A exposição é um convite à viagem, à exploração de territórios, à caminhada e ao passeio. É neste espaço, que conta com uma “lua” pendente, lago artificial com uma ponte, que vemos as projeções. Como explica o curador Naum Simão, a água é o tema central da exposição e, a partir desse tema, a escolha das obras e sua organização são orientadas em oito subgrupos temáticos, chamados de narrativas: Uma Viagem de trem; Campos e Moinhos; O Mar e a Luz; Passeio pelo Lago; Arquitetura do Tempo; Horizonte Nevado; Paisagens “en vert” e Flores de Tinta. Entre as principais obras de Monet na exposição estão as séries da Estação Saint-Lazare (1877), da Catedral de Rouen (1893), do Lago das Ninfeias (1895-1926), do Palácio de Westminster (1904) e do Grand Canal de Veneza (1908).

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Para conferir a exposição, basta acessar o site da Fever. Os valores variam entre R$ 40 e R$ 160.

A exposição individual coloca 53 trabalhos inéditos do artista Rui Amaral nos quais ele usa técnicas variadas, como pinturas e desenhos em tinta acrílica, canetão e nanquim. As peças à mostra foram produzidas durante a pandemia, quando o artista criou trabalhos com forte intensidade de cores durante seu período de reclusão.

A exposição fica em cartaz até 28 de janeiro de 2023, na Babel Galeria (R. Estados Unidos, 2205 – Jardim Paulistano). A entrada é gratuita e a visitação acontece de segunda a sexta, das 10h às 19h; e sábado, das 11h às 17h.

O artista Eury Moreira apresenta 10 esculturas sobre tela com as divindades das religiões de matriz africana. Podem ser vistas peças em homenagem a Iemanjá, Oxum, Nanã e Oxalá. A mostra, que também tem entrada gratuita, fica em cartaz até 8 de janeiro no Memorial da América Latina (Avenida Mário de Andrade, 664 – Barra Funda).

A exposição mostra a produção fotográfica de algumas das principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife e Porto Alegre. Todas os registros foram feitos durante a Primeira República, entre 1889 e 1930. A mostra documenta o início da urbanização do país, em que reformas urbanas radicais aconteceram. Além disso, as imagens acabam também abordando tensões e contradições desses processos, que alteraram as paisagens e as formas de habitar e viver nas cidades.

Moderna Pelo Avesso: Fotografia e Cidade, Brasil, 1890-1930 está em cartaz no Instituto Moreira Salles, na Av. Paulista, e pode ser vista de terça a domingo e feriados (exceto segundas), das 10h às 20h. A entrada é gratuita.

O pintor autodidata José Antonio da Silva (1909-1996) retratou a cultura popular do interior de São Paulo como poucos. Seus cenários, compostos por cores fortes em grossas camadas de tinta, revelam a força do pintor autodidata, que trabalhou na lavoura boa parte de sua vida. No diálogo proposto pela Galeria Estação, a poética de Silva, um dos grandes nomes da arte naïfy brasileira, encontra a obra de Cristina Canale, que pertenceu à geração de 80, grupo que marcou a arte contemporânea brasileira.

A exposição vai até 4 de março de 2023 na Galeria Estação | Rua Ferreira Araújo, 625 – Pinheiros

segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h

Primeira individual da artista carioca Manoela Medeiros em São Paulo, ‘O Carnaval da Substância’ é uma ode à ruína. No sentido literal, a jovem artista emula a selva de pedra e seus arranha-céus com pequenos edifícios feitos a partir de materiais ordinários, como blocos de concreto e cerâmicas de formatos irregulares. Baseada na cidade de Marselha, na França, medeiros investiga a arquitetura escondida das edificações e as identidades de algumas habitações abandonadas; recolhe fragmentos e os incorpa em sua produção para formar uma cartografia brutalista.

De 26 de novembro de 2022 a 21 de janeiro de 2023

Galeria Nara Roesler | São Paulo

Av. Europa, 655 – Seg a Sex | 10h-19h – Sáb | 11h-15h

Com a doação de 13 artistas ao Centro Cultural da Diversidade, entre eles Antonio Kuschnir, mais jovem pintor a realizar individual no grande salão do Museu de Arte Contemporânea do Rio, a exposição Minh’alma Cativa investiga afetos marginalizados e dialoga com tabus, como a construção da masculinidade. Com curadoria de Ana Carla Soler, a coletiva mostra a produção de promissores artitas LGBT+.

Até 31/03/2023 no Centro Cultural da Diversidade

Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira, Sábado, Domingo das 10:00h às 22:00h

Primeira exposição individual dedicada ao legado de Madalena Santos Reinbolt, são 44 trabalhos da artista baiana, entre pinturas e tepeçarias (ou, como a artista dizia, ‘Quadros de lã’). Mais um exemplo de pintora autodidata que ficou à margem do circuito tradicional de arte, Reinbolt trabalhou para a arquiteta carioca Lota de Macedo Soares, companheira da poeta norte-americana Elizabeth Bishop. Mas somente no final da década de 1960 sua produção começou a ser notada, embora tenha ficado, até o presente momento, em boa parte desconhecida. A mostra do Masp presta tributo à artista, uma homenagem que coroa anos de luta de entusiastas da arte para o reconhecimento de Reinbolt.

Até 26/02/2023 – no Museu de Arte de São Paulo – Assis Chateubriand (MASP)

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