Twitter: o que aconteceu de mais importante na rede social em 2022

Twitter: o que aconteceu de mais importante na rede social em 2022 Confira!

Twitter: o que aconteceu de mais importante na rede social em 2022

Sob novo comando, a rede social viveu tempestades complicadas no fim do ano e promete passar por transformações importantes nos próximos momentos

Twitter: o que aconteceu de mais importante na rede social em 2022
Imagem: Reprodução | Divulgação



O ano de 2022 não foi fácil para o Twitter. Os últimos meses foram marcados pela mudança de comando da plataforma, agora regida pelo bilionário Elon Musk, que gerou tumulto dentro e fora da plataforma de diversas maneiras.

O Twitter foi foco do noticiário inúmeras vezes, principalmente durante o processo da aquisição bilionária. A estabilidade da rede social foi posta à prova em vários instantes, mas o caos inevitavelmente fez com que alternativas ganhassem uma fama temporária.

Para recaptular tudo que aconteceu de mais importante, o Canaltech reuniu nesse texto as principais notícias do Twitter de 2022. Veja como a rede social, agora de Elon Musk, se transformou nos últimos 12 meses.

O Twitter lançou um botão “não gostei” para marcar publicações que não sejam tão interessantes para o usuário. Diferente do que acontece no Reddit, a contagem de dislikes não é visível para ninguém, servindo apenas como um sinalizador para que o algoritmo entenda que o conteúdo não é interessante.

We’ve been testing how we can surface the most relevant replies within Tweets with the use of downvoting on replies. As we’re expanding the experiment to a global audience, we want to share a little about what we have learned thus far!

? https://t.co/wM0CpwRgo6

— Twitter Safety (@TwitterSafety) February 3, 2022

Uma das adições mais importantes do ano foi a Roda do Twitter, uma espécie de “Amigos Próximos” da rede social. A ferramenta funciona de forma semelhante ao mecanismo do Instagram: usuários podem incluir seguidores específicos na Roda e fazer posts visíveis somente para esse grupo.

A ferramenta, porém, não é livre de falhas: prints ainda são possíveis e os usuários removidos da Roda podem descobrir a remoção ao checar se o conteúdo exclusivo sumiu.

As publicações do Twitter finalmente podem ser editadas, mas só por quem pagar. Em junho de 2022, a plataforma começou a disponibilizar o botão de editar tuítes, porém, com exclusividade para assinantes do Twitter Blue, serviço pago da empresa.

A novidade foi implementada com bastante alarde: o primeiro tuíte editado da história da rede social foi publicado no dia 29 de setembro pelo perfil oficial do Twitter Blue.

hello

this is a test to make sure the edit button works, we’ll let you know how it goes

— Twitter Blue (@TwitterBlue) September 29, 2022

O Super Follow do Twitter, ferramenta que permite pagar para ter acesso a conteúdo exclusivo de criadores de conteúdo da plataforma, foi disponibilizado no Brasil. A funcionalidade não vingou tanto, mas simbolizou um novo momento da rede social em termos de monetização.

A notícia mais bombástica do ano para o Twitter foi a aquisição de Elon Musk. O bilionário adquiriu a plataforma por US$ 44 (R$ 233 bilhões, em conversão direta) em meados de outubro e não demorou para colocar a mão na massa — causando caos interno e externo, inclusive.

Executivos do alto escalão e milhares de funcionários foram demitidos numa única leva, assim que o bilionário assumiu o comando da rede. A sensação de incerteza tomou a rede social, que pouco a pouco via funcionários de longa data da plataforma divulgarem o afastamento publicamente.

Entering Twitter HQ – let that sink in! pic.twitter.com/D68z4K2wq7

— Elon Musk (@elonmusk) October 26, 2022

As mudanças do Twitter, porém, não pararam: pouco depois, o bilionário anunciou que o Twitter Blue passaria a incluir o selo de verificação, sem nenhuma autenticação de identidade. Implementada às pressas, a nova assinatura gerou uma tempestade na plataforma, com uma infinidade de perfis fakes se passando por políticos, empresas, governos e pessoas relevantes — agora, com o selo para dar mais destaque e enganar os usuários desatentos.

Nessa bagunça toda, o Twitter foi considerado um “cliente de risco” para agências de publicidade. A maior preocupação das empresas era o caminho que Elon Musk iria levar a plataforma, talvez com mais “vista grossa” para discurso de ódio e polêmicas desnecessárias.

Uma das medidas mais controversas do novo dono da rede social foi reativar a conta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump e do rapper Kanye West. O “perdão oficial” foi decidido por meio de uma enquete publicada no perfil pessoal de Elon Musk.

Reinstate former President Trump

— Elon Musk (@elonmusk) November 19, 2022

O cantor Kanye West, porém, não ficou muito tempo online no Twitter. Dias depois, ele publicou conteúdo antissemita mais uma vez e foi suspenso da plataforma.

Depois de estragar a finalidade original dos selos de verificação clássicos do Twitter, o Twitter implementou uma solução para o problema: etiquetas coloridas. Agora, empresas são identificadas com um tique amarelo, governos são na cor cinza e os demais usuários são azuis.

Sorry for the delay, we’re tentatively launching Verified on Friday next week.

Gold check for companies, grey check for government, blue for individuals (celebrity or not) and all verified accounts will be manually authenticated before check activates.

Painful, but necessary.

— Elon Musk (@elonmusk) November 25, 2022

No processo de cortes do Twitter, a plataforma de newsletters Revue não sobreviveu e será aposentada em breve. Em dezembro, a empresa anunciou o fim do serviço por meio de um comunicado oficial para todos os autores.

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